
Está em fase de orçamento mais uma ação para resgatar a identidade cultural e favorecer o desenvolvimento sócioeconômico de comunidades quilombolas. Dentre elas a do Morro do Furtunato.
O projeto consiste na construção de um Engenho de Farinha-de-Mandioca baseando-se nos costumes e traços culturais das comunidades. O objetivo não é fazer que as comunidades voltem à cultura de subsistência precária de antes, mas sim promover geração de emprego e renda conforme os aspectos atuais.

A entidade responsável pela parte estrutural do projeto, tal como: a construção do engenho, compra do maquinário, fornecimento de animais, entre outros é a Fundação Banco do Brasil (a mesma do Projeto BBEducar citado em coluna anterior). E a parte da qualificação dos moradores para o trabalho, como o aprendizado de formas eficientes de plantio e colheita da produção é de responsabilidade do Governo Federal através do MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário).
Em torno do projeto do engenho os moradores veem a possibilidade de tornar a comunidade uma atração turística, gerando mais ofertas de emprego.
Fica a torcida de que com a construção do novo engenho volte também a forte união, a dedicação de ajudar uns aos outros presentes nas épocas de produção de antigamente, mas que hoje parece não ter os mesmos valores.
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